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25.12.16

Um convite especial

... ao vivo ou quase isso

Olá, feliz comemoração de aniversário do Luft, terraqueo!

Há um ano atrás eu estava saturada, precisando de alguma coisa que eu ainda não sabia o que era. Parece que algumas coisas nunca mudam. São as férias.
Há um ano atrás, numa noite de 25 de dezembro, nasceu um blog que no dia 26  se tornou o Luft. Um lugar pra onde direcionar minha energia, um lugar pra tentar me ajudar a não subir pelas paredes nos dias vazios demais que me deixavam ansiosa, um lugar pra ser pessoal demais. Um lugarzinho na imensidão internética para chamar de meu.

E agora meu bebê tá fazendo um aninho e eu queria fazer algo especial. E resolvi que ele merecia uma madrinha.

Nesse ano todinho teve uma pessoa maravilhosa que nunca abandonou o Luft e nos períodos chatos me fez voltar para cá, talvez sem nem perceber com seus comentários cheios de caps lock, corações, elogios e amor. Então só podia ser ela. Na verdade jamais poderia ser outra pessoa.

assim, eu coloquei os poderes do canva em prática e no dia 21 fiz uma surpresa para ela no telegram.


E ela me respondeu da seguinte forma:

com o melhor gif, sim!
Claramente, vivemos em caps lock em todos os lugares da internet. E surtando como tem de ser.

Então, agora é mais do que oficial, Danielle Sofe (twitter , blog pessoal, blog de escrita e instagram)é a madrinha do Luft. Estamos muito felizes e vamos tentar comer bolo para comemorar o aniversário de um ano do meu bebê. Quem sabe rola uns docinhos, no caso de ter sobrado do Natal ~lua

Que a força esteja com vocês!

6.12.16

O dia do meu nome

Oi, eu estou viva. Eu acho.

E embora atrasada, aqui está o meu post sobre dia 25 de novembro de 2016, meu aniversário de 18 anos. (Larissa, eu não fiquei devendo!)

Foi um dia incrível. Quando deu meia noite eu ainda estava no ônibus e tirei um print da hora porque sou boba. Quando eu tava descendo eu pensei "é assim que é a maioridade" e naquele momento eu realmente me senti com 18 anos, embora eu não saiba que sentimento é esse, exatamente.

Acordei muito cedo, mas me peguei rindo enquanto tomava banho.

Tive uma manhã um pouco como uma montanha russa no trabalho, mas no final deu tudo certo. E eu ainda consegui me sentir bem.

Tive uma tarde e uma noite maravilhosa.

Nunca ganhei tanto presente num dia só em toda a minha vida.  Eu ganhei flores! E depois ainda teve mais três  presentes"fora de hora". Ganhei muita planta também.

Fiz umas merdas, mas no fim, eu acho que consegui reparar tudo. E dizer como eu tava feliz, e como os presentes, e o gesto, e os abraços significaram tanto.

Foi tão bom que prolonguei até domingo.

Que na quarta eu tava comemorando com meus amigos cantando parabéns e com chapéu de festa infantil na cabeça.

Hoje faz um pouco mais de uma semana que tenho 18 anos, e que tive uma sexta linda, cheia de gente especial me fazendo bem e tentando fazer do meu dia, um dia mais feliz. Tentando me fazer sentir amada, e eu me senti.

Minhas pessoas que estão há quilômetros de distâncias, mas me abraçaram mentalmente, minhas pessoas que me abraçaram fisicamente. Minhas pessoas que talvez só me abraçaram na segunda. Minhas pessoas que me presentearam, ou que só me disseram que eu era especial ou que só me abraçaram.

Deu tudo certo e os 18 quebraram a maldição dos aniversários.

26.11.16

18 coisas que aprendi em 18 anos

Oi, eu tenho 18 anos.

Ok, confesso estava mais animada com isso no começo do mês do que estou agora porque novidade, nada mudou. E a gente continua aí. Vamos ver no que dá.

Pode ter sido por influência da Giulia, a pessoa mais ligada com datas, comemorações, dias, e idades que você respeita, pode ter sido obra do universo, mas há um tempo eu disse para mim mesma que faria esta listinha. Eu gosto de lista, de coisas que a gente aprende, de manter o Luft...

18 coisas que aprendi em 18 anos 

  1. A gente sabe cada vez menos o que tá fazendo com a própria vida;
  2. Viver importa e fazer a vida dos outros melhor também;
  3. É imprescindível amar a si mesmo. — A gente precisa aprender a apreciar todas as coisas maravilhosas que fazem da gente quem a gente é. E aceitar as coisas não tão bonitas e tentar mudá-las se julgar necessário;
  4. "Tudo passa, tudo sempre passará";
  5. A gente muda o tempo todo e tudo bem. Mudanças são boas. — Posso mudar de ideia sempre que eu achar necessário porque eu estou sempre em movimento;
  6. Ser eu mesma — Quem gosta vai gostar desse jeito e quem não gostar também, e tudo bem que seja assim, porque a gente sabe que num tem o que fazer;
  7. Sempre terá algo para ser melhorado;
  8. É bom ter coragem. E fé. 
  9. As coisas vão ficar bem. Vai dar certo.
  10. Autoconhecimento é importante em níveis inimagináveis. 
  11. A gente precisa a aprender a ser feliz sozinha. 
  12. Felicidade compartilhada é sempre melhor.
  13. Ter uma melhor amiga para sempre é uma experiência que muda completamente a gente e a vida.
  14. Pensar demais é pura cilada. 
  15. O caminho que a gente trilha e com quem a gente trilha muda quem a gente é. 
  16. Amizades fazem toda a diferença. Nos dias bons e nos dias ruins. 
  17. Ser mais gentil comigo mesma. 
  18. Às vezes as pessoas não nos amam como gostaríamos de sermos amados, isso não quer dizem que não amam e não quer dizer que temos que aceitar menos amor do que gostaríamos. 
Eu tinha me esquecido de como listas são boas e difíceis. E como eu sou indecisa.

Uma musiquinha:



***

Eu ando sumida, eu sei. Desculpa a todo mundo que ainda acredita em mim e no Luft pela falta de post. Mas a vida tem sido muito cheia mesmo. Vou tentar fazer o que dá para escrever e publicar tudo que eu disse pra mim mesma que faria. No meio tempo leiam meus continhos! Dia 22 publiquei Gabriel que foi maravilhoso de escrever e amaria que você lesse e me dissesse o que achou!  

E não, Gabriel não é inspirado em você nem em ninguém que você conhece. É uma história ficcional :) 

3.4.16

Aniversários e listas

Em alguma noite da última semana (provavelmente naquele começo de madrugada quando eu estava reunindo todos os meus arquivos num lugar só para mandar para formatar) eu me cadastrei no Listography, que para quem não sabe é um site (em inglês </3) feito para amantes de listas ou viciados em organização de tarefas, em que você bem, faz listas e publica elas para todo mundo ver (o não), separadas por categorias e umas coisinhas assim.

Eu ainda nem usei o Listography direito por uns n motivos, mas quando você faz seu cadastro e recebe o e-mail com link para confirmação/ativação da conta também recebe uma lista de dez itens sugerindo temas que você pode usar para fazer listas para publicar lá no site. E eu sem nem ler os temas direito (até porque estavam em inglês e eu tava cansada da faculdade, era mais de uma da manhã) disse para mim mesma que gostaria de fazer listas com alguns daqueles temas e até salvei eles.

Eis a lista (sem os dois primeiros itens que não faço ideia de quais eram, mas que não achei bons ou necessários quando fui salvar):


  1. list your life to do list (essa eu não quero fazer, não)
  2. list all the jobs you've held (então, né)
  3. list 20 memories you'd keep if nothing else (essa vai exigir tudo de mim, por motivos kahdjka)
  4. list how you've celebrated your birthdays (vou falar daqui a pouco)
  5. list your hardest moments in life (as bad vibes a caminho)
  6. list your wish list (vai server pra me deixar ainda mais com o pensamento de que deveria ter nascido rica)
  7. list your pet peeves (cadê o tradutor? Ok, pet peeves são implicâncias, coisas “pequenas” que nos deixam irritados. Vai servir para ver como sou chata.)
  8. list crushes you've had throughout the years (crush, crush? Sorry not sorry, não sou obrigada)
  9. list your favorite book, movies, and tv shows (me recuso)
  10. list bands you've seen live (choro agora ou depois?)

Então, são  cinco listas que pretendo fazer. Mas o que me trouxe até aqui foi o tema 4. O primeiro que tentei fazer - ainda esse começo de madrugada. E é engraçado que essas listas sempre levam a gente a pensar sobre coisas que passavam meio despercebidas, e a querer fazer diferente.

Eu já passei por 17 aniversários, e talvez você saiba disso. E o meu de 18 está há 7 meses de distância. Até tenho uma lista de coisas para fazer antes dele (que tá mais lenta do que uma lesma e já falei com um dos itens... ok, foco. Isso não é relevante). Bem, para poupar trabalho  e tempo de você aí, deixa eu mostrar como é minha lista de “como foram celebrados meus aniversários”:


  1. Não lembro
  2. Nem desse
  3. Nada
  4. Huhum
  5. Menos ainda
  6. Não faço ideia
  7. Também não
  8. Foi nesse que teve aquele bolo? Que eu subi na cadeira e tal?
  9. Ou foi nesse?
  10. Nesse eu fiquei esperando que teria uma comemoraçãozinha por uns motivos aí, mas teve vários nadas. Pera, pode ser que tenha tido bolo.
  11. Foi nesse que teve pizza?
  12. Ou nesse? Questões...
  13. Não faço ideia do que fiz.
  14. Também não.
  15. Nem nesse. Ah foi o que a M. estava aqui em casa, e só lembro disso mesmo.
  16. Em São Paulo naquele dia cansativo.
  17. A M. estava aqui em casa. Estive extremamente decepcionada. Dormi muito, muito mesmo no sofá. Minha mãe achou que eu estava doente. Acho que melhorou depois, mas não lembro.

*os bolos que mencionei foram aqueles de que a gente compra por quilo, que sempre tem alguém que faz, sabe? Tipo de padaria. Porque um bolo ou outro, minha mãe costumava fazer sim e o almoço com coisas que eu gosto.

O problema aí não é minha má memória, é a falta de coisas que tinham potencial para que minha memória guardasse. A grande questão é que essa lista me frustra demais. Tem gente, que não comemora aniversários, que não gosta, mas eu não estou nesse time. Eu não sou a louca dos aniversários (acho que isso ficou bem claro) e às vezes passo eles pensando que é só mais um dia, mas eu estava fazendo essa lista e pensando: “Deveria ser o MEU dia. O dia do meu nome, etc. Por que eu não fiz coisas bacanas neles? ”.

Tenho esses momentos em que acho que estou vivendo minha vida de um jeito muito “ok” e sem grandes momentos, ou coisas que me fazem olhar para trás e gostar de lembrar de tê-las feito/vivido. Sem os meus momentos. E eu quero as grandes coisas, as grandes lembranças. E comemorações no meu aniversário. E ser capaz de fazer uma lista onde eu possa colocar coisas legais, nem que seja, “fui no cinema, vi um filme legal” ou “tomei um sorvete que só pode ter sido feito por Deus e tive um bom dia”. Estaria bem felizinha com coisas assim. E com umas coisas grandes também, mas nem precisaria de muitas.

Eu não quero mais deixar o meu dia passar como qualquer outro, não quero mais olhar para ele e dizer “é só mais um dia” e fazer as mesmas coisas, talvez nem tão animadoras assim, que já faço nos outros 364 dias do ano.

E talvez tenha sido a gota d’água o de 17. Eu me lembro de estar deitada no sofá, com uma manta e decepcionada e triste, por causa de umas pessoas aí e odiar que meu aniversário estivesse sendo daquele jeito. O de dezoitão não pode ser. 

Crise a parte, vou ali tentar fazer outras listas. 
***  

Acabou virando desabafo, lidemos, mas e você aí, costuma comemorar aniversários? Se sim, como? Tem algum que é especial? Tell me, stranger!